<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22815418</id><updated>2011-04-21T19:34:58.692-07:00</updated><title type='text'>Close to The Edge</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://phantastix.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22815418/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://phantastix.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniel Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17103014906686167475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22815418.post-114057996117865451</id><published>2006-02-21T19:45:00.000-08:00</published><updated>2006-02-21T19:46:01.193-08:00</updated><title type='text'>O HERÓI</title><content type='html'>Joseph Horns, engenheiro espacial, vagava, cabisbaixo, pelos imensos corredores da Megalodon, nave cargueira que rumava para a base terrestre em Europa, lua de Júpiter, levando as últimas peças de maquinário para as instalações definitivas, além de suprimentos para os habitantes atuais. Seus passos arrastados, seus olhos marejados e desesperados denunciavam a trágica ocorrência de dias antes. As câmaras criogênicas que preservavam a tripulação da nave sofreram uma pane, causando a morte de todos, à exceção de Horns, que foi, ao invés disso, despertado com 34 dias de antecedência. Joseph não teve tempo de lamentar a morte de seus amigos e colegas, pois teve que verificar todos os sistemas para prevenir novos defeitos, defeitos estes que causariam a perda da nave, e de seus suprimentos, vitais para a colônia humana em Europa.&lt;br /&gt;Horns estava exausto, e preferia assim. Somente desta forma conseguia algumas horas de sono. Chegava a trabalhar 16 horas por dia, no ciclo artificial da Megalodon. Checava, testava, checava novamente, e nada, com a trágica exceção das câmaras, parecia comprometido. O engenheiro percebia sua mente em processo de destruição, com a solidão e a saudade de sua esposa, médica da tripulação, Ingrid Powers, que havia morrido também. Pensava também nos colonos de Europa, e que suas vidas estavam nas mãos de um homem destroçado. Isto o fazia prosseguir. A voz metálica do computador de bordo, Sylvia, era a única reminiscência humana naquela gigantesca tumba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-                     Sr. Horns, creio que seja a hora de proceder ao funeral dos tripulantes.  Havia, dada a fonte da voz, uma frieza que beirava a ironia.&lt;br /&gt;-                     Syl, providenciarei isso ainda hoje. Me dê o relatório do sistema de navegação de emergência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joseph fazia de tudo para adiar este momento. Desde que descobriu os cadáveres ao seu lado, inertes nas câmaras, deixou, cambaleante, a sala e não mais voltou. Sylvia reparou o defeito, o que permitiu a conservação dos corpos. Mas a energia utilizada no processo não poderia mais ser desperdiçada. O funeral espacial deveria ocorrer.&lt;br /&gt;Durante duas horas, o engenheiro preparou os corpos para ejeção da nave. Colocou seus uniformes de gala, e os acondicionou em sacos plásticos (“lamento por tão pobre funeral, amigos”, pensava). Terminada a tarefa, ficou por alguns minutos fitando a fileira de cadáveres, acreditando por algum momento que se ergueriam para consola-lo. Precisava de calor humano naquela hora. Seus anos de treinamento, mais de duas décadas de trabalho duro e muita dedicação não o prepararam para tão triste momento. Posicionou os corpos dos tripulantes na boca da câmara de ejeção, em uma fila macabra. Sentiu a necessidade de dizer algumas palavras em honra de seus amigos, e principalmente de sua esposa. Com muita dificuldade, elas foram saindo, carregadas de dor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-                     Ingrid, meu amor, Tobias, Ulf, Gerard, Paul, Mcnamara, Silva, Summers, Cortez, que Deus guie suas almas, que vocês vaguem em mares suaves a partir de agora. Sinto a falta de vocês, olhem por mim de onde quer que estejam...&lt;br /&gt;-                     Sr. Horns, o mecanismo está a postos. Pode proceder à ejeção, disse Sylvia.&lt;br /&gt;-                     Só mais um momento, Syl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joseph foi até o botão que acionava o ejetor. Fitou longamente os sacos com sua família, seus colegas e amigos. Colocou o dedo indicador sobre o botão...e logo depois, deixou-se cair no chão, chorando copiosamente.&lt;br /&gt;A Central da Terra recebia com apreensão os relatórios de Horns a respeito da viagem. Tinham consciência das conseqüências nefastas que a morte de quase toda a tripulação da Megalodon trariam para o equilíbrio mental do único sobrevivente. Entretanto, aparentemente, as coisas estavam indo bem. O engenheiro passou a emitir os relatórios pontualmente, e segundo estes, nenhum defeito de maior gravidade foi detectado. Mas havia algo estranho nos termos utilizados por Joseph em seus relatórios. Excessivamente, ele citava os tripulantes mortos. A Central interpretou isso como uma forma de Horns homenagear seus colegas, uma vez que tudo estava correndo muito bem desde o acidente. Então, um dia, o relatório não chegou, assim como no dia seguinte. Tentativas de comunicação com a nave foram feitas, provando-se infrutíferas. A telemetria, responsabilidade de Sylvia, não revelava nenhuma anomalia nos sistemas da nave. E a fase crítica para o sucesso da missão estava por vir: a aproximação a Europa. Um erro poria 14 meses de viagem em xeque. Porém, comunicados recebidos diretamente da colônia revelavam que o posicionamento da Megalodon estava correto, e aparentemente e entrada na atmosfera do satélite e o pouso seriam executados sem maiores atropelos.&lt;br /&gt;A Megalodon aproximou-se do túnel que levava à base, túnel este que atravessava a superfície de gelo de Europa, levando à camada subterrânea de água líquida. Chamado de “O Portal”, era considerado a maior obra de engenharia já realizada pelo homem e o único meio de chegar à base no satélite. A nave posicionou-se diante da entrada, e deslizou em trilhos magnéticos no interior do mesmo, até chegar ao hangar da base, que possuía atmosfera artificial. A despeito dos trágicos acontecimentos, a chegada não atrasou. Tudo estava de acordo com o planejado. As comportas da nave se abriram, para que os equipamentos e suprimentos pudessem ser descarregados, como de praxe, mas Joseph Horns não aparecia. James Miller, comandante da base e amigo de Joseph, aguardava ansiosamente a abertura da escotilha da Megalodon, ainda mais pelo fato de não ter conseguido comunicação por rádio com a nave por três dias. Subitamente, ouve-se um barulho de mecanismos sendo acionados, e uma passarela aparece sob a abertura da nave. A escotilha se abre, e um arremedo de ser humano aparece. Horns era naquele momento uma sombra do altivo homem que sempre foi. Usava um uniforme imundo e malcheiroso, sua barba estava por fazer, e aparentemente não comia ou dormia há dias. ergueu o braço, saudando o amigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-                     Salve, Jim!! Acabou dando tudo certo!!! A Ingrid já está legal, e a viagem foi boa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir essas palavras, o sangue de James congelou em suas veias. Correu de encontro ao amigo, apenas para ampara-lo. Horns desmaiou. Não tinha mais forças para prosseguir. Imediatamente foi providenciada uma maca, que o levou à enfermaria. Miller ficou no hangar, e decidiu investigar a Megalodon. O que ele veria o acompanharia para sempre...&lt;br /&gt;Passava pelos corredores, e viu que todos os comunicadores de Sylvia estavam quebrados. Um odor pungente de putrefação invadia suas narinas. James se recusava a aceitar a hipótese que se delineava em sua mente. Apressou o passo, até a cabine de comando. Das quatro cadeiras da ponte, três estavam ocupadas por cadáveres em decomposição. Reconheceu Gerard e Cortez, e o terceiro imaginava ser Mcnamara. Desesperado, correu para os outros setores, encontrando os corpos dos tripulantes. Encontrou Ingrid por último, na sala de refeições. Trajava um vestido vermelho, e sua cabeça pendia para o lado. Havia um prato de lasanha diante dela, intocado, assim como uma de vinho. Uma música suave tocava ao fundo. Miller abandonou a nave, com os olhos cheios de lágrimas.Não conseguiria permanecer ali nem mais um segundo.&lt;br /&gt;No dia seguinte, Joseph Horns acordou. James Miller estava sentado ao seu lado, observando o amigo. Horns ergueu o olhar, e sorriu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-                     Ei, parceiro, o que aconteceu comigo? Será que foi a variação da atmosfera?&lt;br /&gt;-                     Você estava sob um violento estresse, amigo. Procure descansar. Miller se esforçava para não chorar.&lt;br /&gt;-                     Bem, estou um pouco tonto, mas não me sinto de todo mal. Não quero que Ingrid se preocupe. Pode pedir que ela venha aqui, por favor, Jim? Hei, que tal jogarmos umas rodadas de pôquer mais tarde? Mas não conte com o Cortez, porque eu o limpei durante a viagem!&lt;br /&gt;-                     Preciso ir...logo mais voltarei...desviou o olhar para que Horns não percebesse suas lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miller montou, de improviso, uma nova equipe para levar a Megalodon de volta à Lua. A base da Terra recebeu com pesar os relatos sobre Joseph, e decidiu que ele não deveria ir junto. Ficaria em Europa até segunda ordem.&lt;br /&gt;No fim das contas, Joseph Horns foi considerado um herói, por ter levado a nave ao seu destino sozinho, apesar de ter sacrificado sua sanidade. James passa alguns momentos com ele todos os dias, mas não o reconhece mais. A cada dia que passa ele se encolhe mais em seu próprio mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22815418-114057996117865451?l=phantastix.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://phantastix.blogspot.com/feeds/114057996117865451/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22815418&amp;postID=114057996117865451' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22815418/posts/default/114057996117865451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22815418/posts/default/114057996117865451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://phantastix.blogspot.com/2006/02/o-heri.html' title='O HERÓI'/><author><name>Daniel Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17103014906686167475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22815418.post-114057949988859733</id><published>2006-02-21T19:33:00.000-08:00</published><updated>2006-02-21T19:47:49.653-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Encontrei dia desses o texto abaixo...era um exercício de redação que eu fiz quando tinha 14 anos, e fiquei muito feliz de ter encontrado. Espero que vocês gostem. Coloquei na íntegra, então me perdoem pelas eventuais bobagens científicas e pela ingenuidade de algumas passagens....afinal, eu só tinha 14 anos!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;ATAQUE A BELIAL&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Esta história se passa num futuro alternativo, onde os homens usam armaduras e lutam pela liberdade no deserto que é a Terra. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Todas as vezes que amanhece é a mesma coisa. Tenho que me esconder de Chainsaw e outros loucos. Coitados ! Nunca conseguirão me pegar . O que lhes sobra de equipamento, lhes falta de cérebro. As motosserras de diamante sintético, os lasers infravermelhos e os foguetes de antimatéria são inúteis quando os operadores são uns gorilas complexados. Ainda bem que essa perseguição não vai durar muito, porque os Rebeldes do Leste virão para me ajudar a dominar a fortaleza de Belial, "Produtora de Guerra", e restabelecer a paz para ser possível a reconstrução dessa Terra pós- guerra . Afim de comer alguma coisa, armo meu Colt Anti-M e miro num lagarto alterado. Bom, agora era um lagarto alterado...Depois da refeição, me deito na rala vegetação e espero os rebeldes. À medida que o tempo passa, fico relembrando minha juventude, os livros de história das civilizações antigas do século XX. Naquela época, eu não precisaria caçar para ter o que comer de manhã. Bons tempos! De repente, ouço um barulho de graveto sendo quebrado. Depois, dois assobios .É o sinal, são os rebeldes. Mark Steel, o líder dos rebeldes, era um cara tão alto que eu fiquei com torcicolo só de tentar ver o seu rosto. Usava uma armadura de titânio fosco, com estimulantes neuro-motores e uma Beretta tiro rápido de alto aproveitamento. É , ele era um tanque vivo. Logo, Mark, fazendo uma cara de matador, troveja: &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Você é Razor? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Sim, respondo, meio apavorado. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Vamos iniciar a conquista agora!!!! Agora eu sei o porquê dele ser o líder. Ninguém tem coragem de lhe dizer não.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Só estava esperando vocês, digo. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Então vamos !! &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Conforme meu informante, Mark parecia já conhecer todas as imediações da fortaleza de Belial. Improvisou uma estratégia de invasão do complexo, seguida de outra para posicionamento interno que eu levaria meses para bolar, organizou os equipamentos e o pessoal em tempo recorde para mim. É a isso que eu chamo de líder. Tentando conquistar sua confiança, digo:&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Tudo pronto? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Só estávamos esperando você! É, ele não brinca em serviço.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Ainda que a fortaleza tenha centenas de guardas, eles não representam muito perigo, pois se apóiam Muito nas armas e esquecem o treinamento, o contrário do que acontece conosco: &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Belial precisa ser impedido de produzir novas máquinas de guerra! Sussurra Mark, com certa dose de sadismo. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Razor, ele diz, chega de papo! Vamos atacar!!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Já não era sem tempo! Não aquentava mais assistir àquele massacre sem poder fazer nada para impedir. Os soldados que estavam mais fortemente armados serviriam de isca para os guardas frontais. Começou o tiroteio. Os dois lados estavam equilibrados, pois as avançadíssimas miras dos guardas se igualavam à perícia dos rebeldes, mas o objetivo estava sendo alcançado. As atenções estavam sendo atraídas para aquela parte do complexo. Quando chegamos à retaguarda da fortaleza, havia somente metade do contingente de guardas. Foi tudo muito fácil. Começamos a disparar contra os guardas das torres, com seus terríveis canhões de concussão. Perturbadores magnéticos inutilizaram alguns dos guardas em trânsito e o restante foi depredado pela pontaria impecável de Mark Steel e seus soldados. Logo após a limpeza, escalamos o muro e penetramos na fábrica. Lá, nos separamos em grupos previamente combinados e começamos a desativar as partes importantes do complexo, ao mesmo tempo que procurávamos Belial. Ao longo dessa procura sofremos muitas baixas devido ao poder de fogo superior do inimigo, mas logo encontramos o covil de Belial. O lugar parecia um sarcófago, muito mórbido e malcheiroso. Parecia que a tecnologia ainda não havia chegado àquele lugar. Microchip, um dos soldados de Mark e especialista em computadores, descobriu um único computador ativado naquela caverna. Ao lado, jazia inerte um corpo em decomposição. Era Belial, morto pela sua própria máquina de guerra, que assumiu o controle da fábrica automática. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Vamos incinerar isto tudo!! A guerra tem que acabar, Mark grita. Imediatamente, uma centena de armas são ativadas simultaneamente, destruindo de vez um tempo insano que nunca deveria ter existido. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22815418-114057949988859733?l=phantastix.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://phantastix.blogspot.com/feeds/114057949988859733/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22815418&amp;postID=114057949988859733' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22815418/posts/default/114057949988859733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22815418/posts/default/114057949988859733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://phantastix.blogspot.com/2006/02/encontrei-dia-desses-o-texto-abaixo.html' title=''/><author><name>Daniel Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17103014906686167475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22815418.post-114057918923022055</id><published>2006-02-21T19:31:00.000-08:00</published><updated>2006-02-21T19:33:09.246-08:00</updated><title type='text'>Mudanças...</title><content type='html'>Este é o Novo Close to The Edge. Espero postar mais por aqui, mas por enquanto republico meus contos antigos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelsior!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22815418-114057918923022055?l=phantastix.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://phantastix.blogspot.com/feeds/114057918923022055/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22815418&amp;postID=114057918923022055' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22815418/posts/default/114057918923022055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22815418/posts/default/114057918923022055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://phantastix.blogspot.com/2006/02/mudanas.html' title='Mudanças...'/><author><name>Daniel Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17103014906686167475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
